
O setor automotivo vive um momento único: enquanto novas tecnologias de eletrificação ganham as ruas, a manutenção da frota circulante exige cada vez mais precisão e peças de qualidade. Seja você um reparador experiente ou um apaixonado por carros, manter-se atualizado é a chave para garantir performance e economia. Nesta edição, a Valeo traz tudo o que você precisa saber sobre o revolucionário sistema híbrido de 48V, apresenta soluções completas para embreagens e compartilha dicas valiosas para evitar erros no diagnóstico de ignição. Vamos lá?
Você já ouviu falar no IBSG (Integrated Belt Start Generator)? Essa tecnologia é o coração dos veículos híbridos leves e representa um grande salto em eficiência energética. Basicamente, o IBSG 48V da Valeo combina as funções do motor de partida e do alternador em uma única peça robusta e inteligente.
Por que a indústria está migrando para a tensão de 48V? A resposta está na eficiência. A tensão de 48V é quatro vezes superior à dos sistemas convencionais de 12V, o que permite gerar mais energia para alimentar as crescentes demandas eletrônicas dos carros modernos sem perda de potência.

A Valeo lançou uma série de videoaulas exclusivas sobre o funcionamento e aplicação dos geradores IBSG.
Confira o conteúdo em vídeo sobre o assunto!
A Valeo, aproveitando a sinergia tecnológica com a linha FTE, apresenta uma solução que vai facilitar a vida do aplicador e garantir a satisfação do cliente: os novos Kits de Embreagem de 3 Peças para veículos com acionamento hidráulico.

Antigamente, era comum trocar apenas o platô e o disco, mantendo o cilindro escravo concêntrico (conhecido como CSC ou atuador hidráulico) antigo. Essa prática, no entanto, é arriscada. Como os três componentes sofrem desgaste por atrito simultaneamente, manter um atuador velho pode comprometer todo o sistema novo.
Confira as novas aplicações disponíveis: Estes lançamentos cobrem os principais modelos das montadoras Fiat, Ford, GM, Nissan e Renault:
Consulte nosso Catálogo Online para a aplicação exata.
A bobina de ignição é frequentemente culpada por falhas no motor, mas raramente ela é a única responsável. Trocar a bobina sem investigar a causa raiz é um dos erros mais comuns na oficina.
Para um diagnóstico assertivo, entenda a "cadeia de dependência" da ignição:
O Veredito: Nunca troque uma bobina sem realizar uma análise abrangente das velas, cabos, bateria e alternador.

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